Soltar Amarras (recurso)

O jogo “Soltar Amarras” é um recurso lúdico-pedagógico que visa estimular uma atitude de abertura à aprendizagem.

É um produto digital que poderá adquirir, imprimir e usar as vezes que quiser, de variadas maneiras (leia abaixo como).

É constituído por 24 frases ou pensamentos sobre a forma como encaramos a aprendizagem.

Destina-se a crianças entre os 7 e os 11 anos.

Ideal ajudar os pais e educadores a promover uma atitude de abertura à aprendizagem junto das crianças, que valoriza a persistência e o procurar novas estratégias para aprender!

3.90

Descrição

O jogo “Soltar Amarras” é um recurso lúdico-pedagógico que visa estimular uma atitude de abertura à aprendizagem.

É um produto digital que poderá adquirir, imprimir e usar as vezes que quiser, de variadas maneiras.

É constituído por 24 frases ou pensamentos sobre a forma como encaramos a aprendizagem:

  • 12 pensamentos-âncora, que refletem uma atitude mental fixa (“Isto é muito difícil”) e
  • 12 pensamentos-bússola, que refletem uma atitude de possibilidades (“Vou precisar de tempo e treino para aprender”).

Para cada pensamento-âncora existe um pensamento-bússola que o contrapõe.

Destina-se a crianças entre os 7 e os 11 anos.

Ideal ajudar os pais e professores a promover uma atitude de abertura à aprendizagem junto das crianças, que valoriza a persistência e o procurar novas estratégias para aprender!

Como usar:

– Imprima e recorte cada quadrado. Sugerimos que plastifique cada um para maior durabilidade;

– O objetivo é que, para cada pensamento-âncora, as crianças encontrem o pensamento-bússola alternativo, que lhe corresponde. Por exemplo, em vez de pensar ou afirmar “Não sou bom nisto…” é mais potenciador e expansivo pensar “Não sou bom nisto AINDA, mas vou aprender”.

– Pode, por exemplo, distribuir a um grupo de crianças o conjunto de pensamentos-âncora (fixos) e a outro grupo o conjunto de pensamentos-bússola (de crescimento) e convidá-las a encontrarem os pensamentos alternativos correspondentes. No fim, verifique se as escolhas estão certas e, mais importante de tudo, conversem sobre cada frase, usando, como sugestão, algumas perguntas:

  • Quando é que já pensaste assim?
  • Que diferenças encontras entre um pensamento e outro?
  • Como te sentes ao pensar de forma fixa? E como te sentes ao pensar de forma diferente?
  • Que outro pensamento alternativo de crescimento podes ter para esse pensamento fixo?

Cultivar uma atitude mental de crescimento é algo que se faz diariamente e, quanto mais cedo, melhores os processos de aprendizagem e respetivos resultados.

Divirta-se com o Soltar Amarras!

Fundamentação:

A ciência mostra que por trás do foco, do esforço e da persistência, como fatores importantes para o sucesso das nossas metas, há um outro fator crítico, do qual emergem os anteriores: a atitude mental de crescimento (o Growth Mindset).

Uma atitude mental de crescimento acredita que:

– as nossas habilidades e inteligência podem ser continuamente desenvolvidas através do esforço, da prática e da experiência;

– o nosso verdadeiro potencial é desconhecido.

Por oposição, uma atitude mental fixa, acredita que:

– as nossas habilidades e inteligência são inatas e estáticas (fixas);

– o nosso potencial é determinado à nascença e não muda.

Carol Dweck[1], psicóloga investigadora na área do Growth Mindset, tem mostrado, através dos seus estudos, que a atitude mental que adotamos perante a vida é determinante na forma como respondemos aos seus desafios, oportunidades e até simples tarefas do dia-a-dia. Acreditar que as nossas capacidades e aprendizagens podem desenvolver-se e evoluir com o tempo, a prática e as estratégias certas, é crucial para o nosso sucesso.

Cultivar uma atitude mental de crescimento em nós e nas nossas crianças é fundamental se queremos o melhor para nós e para elas. Quem vive neste sistema de crenças potenciador está aberto a novos desafios, gosta de arriscar e encara os erros como meios essenciais para a aprendizagem. Pelo contrário, quem desenvolve uma atitude mental fixa evita desafios, desiste perante os obstáculos e vê-se a si próprio como incapaz de evoluir e fazer melhor.

A atitude mental de crescimento pode, e deve, ser cultivada desde cedo nas crianças e jovens e nós, adultos, somos um modelo essencial dessa aprendizagem. A forma como lidamos com os novos desafios, os erros, os obstáculos e até o modo como elogiamos os outros deixa marcas no sistema de crenças.

Ainda vamos a tempo de aprender e praticar uma nova atitude mental que nos conduza ao sucesso e erga as nossas vidas ao seu potencial mais elevado. Para além do livro da autora, mencionado em rodapé, que merece a sua leitura atenta e curiosa, aprender a pensar corretamente – e ensinar os mais novos a fazê-lo – é uma das mais importantes ferramentas para criar gosto pela aprendizagem e resiliência, fundamentais para se alcançarem metas significativas.

Este recurso é mais um contributo para esse propósito. Use-o como forma de ensinar as suas crianças a pensarem de forma diferente sobre si próprias, as suas habilidades e os seus fracassos!

 

[1] Dweck, C. (2014). Mindset: A Atitude Mental para o Sucesso. Vogais, agosto de 2020

Avaliações

Ainda não existem avaliações.

Apenas clientes com sessão iniciada que compraram este produto podem deixar opinião.